Parece loucura, eu sei. Mas cabimento não há!
Ela entra, se apresenta, apresenta o cenário, os integrantes. Até aí, foi. Normal, é comercial. E que rufem os tambores: as incógnitas entram. E, nossa! a questão que não quer calar: "Você, telespectador, acha que ele é gay, prostituto, chefe de família, ou trabalhador?". É uma questão trabalhada no psicológico de quem testemunha, do outro lado da televisão, esse afronto que incomoda e alimenta uma curiosidade colossal. Tamanha curiosidade que o faz se deslocar, memorizar o telefone que ali aparece, e discar. Desde então, o ibope cresce. E, lógico, a produtividade que resulta na cultura popular tá lá em cima, junto com o ibope. É excesso de ausência! Explicação outra parece não existir. Aliás, é o esperado. Não seria de bom caráter largar um Shakespeare, ou até mesmo os classificados de domingo, para ver a ilustre Márcia passar com seu cabelo excêntrico, e o sublime figurino. O público é assíduo, e idolatra, discute, vibra, se impõe, alimenta as dúvidas, enaltece a originalidade, e espera até o último segundo para conferir o resultado do DNA (naturalmente). O alheio é sempre muito bem vindo, mas a ignorância é repudio. Chega a ser cômico, certas vezes são alcançadas dimensões oníricas que não são críveis de uma possível existência. E lá está você (por favor, você não) sentado no seu sofá, com pantufas, controle na mão, e olhos nos olhos. Mexeu com você, mexeu com a apresentadora, rapaz!
Por favor, os cachorros na rua latem! vá checar se eles têm sede!
Post Scriptum: Que fique claro! Nenhum laboratório foi necessário para tais conclusões. Apenas uma tentativa de adormecer, coincidentemente com a TV ligada, os ouvidos enxergaram os afrontos.
Ela entra, se apresenta, apresenta o cenário, os integrantes. Até aí, foi. Normal, é comercial. E que rufem os tambores: as incógnitas entram. E, nossa! a questão que não quer calar: "Você, telespectador, acha que ele é gay, prostituto, chefe de família, ou trabalhador?". É uma questão trabalhada no psicológico de quem testemunha, do outro lado da televisão, esse afronto que incomoda e alimenta uma curiosidade colossal. Tamanha curiosidade que o faz se deslocar, memorizar o telefone que ali aparece, e discar. Desde então, o ibope cresce. E, lógico, a produtividade que resulta na cultura popular tá lá em cima, junto com o ibope. É excesso de ausência! Explicação outra parece não existir. Aliás, é o esperado. Não seria de bom caráter largar um Shakespeare, ou até mesmo os classificados de domingo, para ver a ilustre Márcia passar com seu cabelo excêntrico, e o sublime figurino. O público é assíduo, e idolatra, discute, vibra, se impõe, alimenta as dúvidas, enaltece a originalidade, e espera até o último segundo para conferir o resultado do DNA (naturalmente). O alheio é sempre muito bem vindo, mas a ignorância é repudio. Chega a ser cômico, certas vezes são alcançadas dimensões oníricas que não são críveis de uma possível existência. E lá está você (por favor, você não) sentado no seu sofá, com pantufas, controle na mão, e olhos nos olhos. Mexeu com você, mexeu com a apresentadora, rapaz!
Por favor, os cachorros na rua latem! vá checar se eles têm sede!
Post Scriptum: Que fique claro! Nenhum laboratório foi necessário para tais conclusões. Apenas uma tentativa de adormecer, coincidentemente com a TV ligada, os ouvidos enxergaram os afrontos.

2 comentários:
DEMAIS, DEMAIS!!!
E uma observação cabível: Márcia é apenas uma das milhares de pessoas que usam a tv como meio de alienar o público!
Enquanto você está vendo Big Brother, seus governantes roubam o dinheiro suado que você conseguiu para ter o que precisa, e não tem.
Otário!
e essa é só uma das maravilhas do entretenimento que temos hoje na tv brasileira...quem não adoooora perder a tarde toda fofocando sobre os ex-bbbs? ou tentando adivinhar o que vai acontecer no proximo capitulo da novela? e que tal gastar seu domingo vendo as super celebridades dançarem maxixe e lambada pra ganharem dinheiro?! coisa melhor na vida não há!
(ainda mais se voce for um esquimó...aqueele metade homem metade bicho...)
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